Sobre O ARTEFILOSÓCIO


Afinal, se Nietzsche fez usando martelo, porque não usar o garfo ou até a faca? “Filosofia à garfadas”? Acho mais que válido. Os melhores pensamentos surgem quando a mente está livre. A conversa pode ir longe se acompanhada pelo prazer da comida, Platão e seu banquete que o diga! Aliás, o mundo da ciência, arte e filosofia está cheio de provas do fato. O que Newton fazia quando uma maçã caiu em sua cabeça? Que situação “deu a dica” para Arquimedes se tocar de um princípio óbvio e sair em desabalada carreira pelas ruas, ainda por cima nú gritando “eureca”? Como foi mesmo que Thomas Edison provou sua teoria sobre a eletricidade? E o que diabos Thales fazia quando caiu no poço e sofreu bullying anos e anos por causa disso??

Não que eu pretenda encontrar a cura para o câncer criando um blog para enaltecer a criatividade humana advinda de períodos de ócio, mas aproveitando as férias e inspirada por alguns almoços em boa companhia, temperados com humor inteligente e pitadas de sarcasmo, arte e ciência; me senti com vontade de abrir o espaço e convidar os amigos para trocar idéias.

Afinal, como disse Aristóteles, “Pensar requer ócio”.

Carpe Diem.

3 pensamentos sobre “Sobre O ARTEFILOSÓCIO

  1. Eu acho que Tales estava fazendo o pré-projeto do 14 Bis. Ouvi dizer que foi passado de mão em mão e aperfeiçoado por Newton (o peso para baixo) e Thomas Edson (o raio para cima) até chegar na mão do Santo do Monte (sim, eu estou comendo agora).
    Falando sério, estou gostando desse blog. Acho válido lê-lo toda semana. Vou recomendar

  2. O pensamento é uma sábia forma de estruturação dos significantes constituídos de signos de uma realidade objetiva . “O homem pensante é o único responsável por seu pensamento” (G. Vico). Mas como pensar a relação entre significantes e significados na inexistência de significados fixos e universais de um tempo em ebulição? Os sujeitos reinscrevem signos temporais que os reinventam nas suas múltiplas formas de socialização do pensamento.

  3. A combinação conversa e comida me fez lembrar de uma frase do “Galileu Galilei”, de Brecht, onde Galileu diz a seu discípulo: “Quando como bem é que me vêm as melhores idéias”.

    (Nota: quem me citou esse trecho foi um parceiro das antigas, Guilhermino Domiciano.)

Todo homem é livre para dizer o que pensa

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